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Rússia mantém ataques contra Kyiv pelo sétimo dia e amplia danos à infraestrutura

Nova ofensiva atingiu áreas residenciais, universidade e instalações de energia em diferentes regiões da Ucrânia.

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Edifício residencial danificado após ataque russo em Kyiv em 2026

A Rússia manteve pelo sétimo dia consecutivo sua campanha de ataques aéreos contra Kyiv e outras cidades ucranianas. Drones e mísseis atingiram edifícios, instalações de energia e áreas civis, provocando mortes, feridos e novas interrupções no transporte e no fornecimento de serviços.

Ataques atingem diferentes regiões

Em Kyiv, os danos alcançaram prédios residenciais e uma universidade, levando estudantes e trabalhadores a buscar abrigo. Partes do metrô foram interrompidas e autoridades revisaram procedimentos de alerta diante da continuidade dos bombardeios.

Na cidade de Dnipro, ataques mataram civis e feriram outras pessoas. A região de Odesa também registrou danos em infraestrutura energética e imóveis. Os números podem ser atualizados conforme equipes de emergência concluem as buscas.

Infraestrutura volta ao centro da estratégia

A proximidade do período mais frio aumenta a preocupação com redes elétricas, aquecimento e abastecimento. Ataques repetidos obrigam as equipes ucranianas a dividir recursos entre defesa aérea, reparos emergenciais e proteção da população.

A Rússia afirma atingir instalações ligadas à capacidade militar da Ucrânia. Autoridades ucranianas sustentam que os ataques afetam diretamente civis e buscam desgastar a rotina das cidades. Alegações operacionais de ambos os lados devem ser avaliadas com cautela.

Guerra de drones também se intensifica

A Ucrânia ampliou ataques contra refinarias, depósitos e outros alvos em território russo. Moscou relata vítimas e danos em regiões fronteiriças. O crescimento do uso de drones aumenta a distância alcançada pela guerra e cria novos riscos para aviação e infraestrutura civil.

Enquanto não há avanço diplomático, a tendência é de continuidade dos ataques e da disputa por sistemas de defesa aérea. A proteção de civis e o acesso de equipes humanitárias permanecem prioridades imediatas.

Fontes consultadas

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