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Ataques aéreos atingem cidades da Ucrânia e ampliam pressão por defesa antiaérea

Nova onda de mísseis e drones atingiu áreas urbanas e infraestrutura, enquanto a ONU volta a cobrar proteção de civis e retomada da diplomacia.

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Representantes na ONU durante atualização sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia

Uma nova onda de ataques com mísseis e drones atingiu cidades ucranianas na madrugada de 27 de agosto de 2026. Autoridades locais relataram vítimas civis e danos a edifícios residenciais, escolas, unidades médicas e instalações de energia em diferentes regiões.

Escala dos ataques

A ofensiva alcançou nove cidades, incluindo Kyiv, Odesa e áreas do sul e do leste do país. A Rússia afirmou que os alvos estavam ligados à logística e à capacidade militar da Ucrânia. Equipes ucranianas, por outro lado, registraram impactos em zonas civis e trabalharam no resgate de moradores.

Os números iniciais apontavam ao menos duas mortes e 14 feridos, mas balanços em conflitos mudam à medida que buscas avançam. A reportagem preserva essa marca temporal e não trata estimativas preliminares como definitivas.

Defesa aérea e infraestrutura

O governo ucraniano renovou o pedido por sistemas adicionais de defesa antiaérea. A preocupação aumenta com a proximidade do inverno, porque danos a subestações, linhas de transmissão e instalações de aquecimento podem afetar milhões de pessoas.

A Ucrânia também intensificou ataques com drones contra alvos dentro do território controlado pela Rússia. A escalada amplia riscos para civis dos dois lados e para países vizinhos; a Moldávia voltou a reportar incursões de drones em seu espaço aéreo.

Posição das Nações Unidas

A ONU tem condenado ataques contra civis e infraestrutura civil e insiste em cessar-fogo e retorno à diplomacia, de acordo com a Carta das Nações Unidas e o direito internacional humanitário.

Fontes consultadas

Vídeo: atualização oficial das Nações Unidas

Vídeo: canal oficial das Nações Unidas no YouTube.

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